Friday, 5 September 2014

Photos - Fotos - Wasaga Beach - ON - Junho - June 2014





















































Bonne Chance! Paola

Dia mais quente de 2014 (so far)

Sensacao termica de estar dentro de um Vulcan em erupcao!

Imigracao, Vitoria e adaptacao

Achei este rascunho aqui no Blog. Deve ter quase 3 anos que escrevi isso ...


Vitoria, vc esta feliz de ter vindo morar no Canada?
Eu estou do mesmo jeito que sempre fui - feliz em qualquer lugar.
Mas nao tem nada de especial qeu tem aqui no Cnada que vc esta gostando?
Sim, eu falo com Vovo Charmel muitas vezes pelo computador.
E fora isso?
Escute mamae, eu preferia ir morar na casa da minha Vovo Charmel no Brasil. E quando o Gustavo (meu sobrinho de 1 mes) for tomar banho na banheira, nos 3 podemos tomar banho com ele!

Bonne Chance! Paola

Estágio profissional no Canadá

Meu Niver


Como todos os anos, este ano não foi diferente: meu aniversário é sempre uma data especial para mim. Meu coração sempre transborda de alegria e eu fico como criança na contagem regressiva.

Com abraços físicos e virtuais, votos de felicidades repletos de carinho e amor … assim as 24hrs do meu dia de ontem foram simplesmente maravilhosas!

Vitoria me deu um anjo rezando, Gabriela me deu um terço (que ela já adotou como dela e está usando de pulseira), Louise me deu uma caixinha linda para guardar o terço que seria meu (rsrsrs) 

Chris me deu algumas coisas e a que eu gostaria de destacar é um porta-retrato com uma foto do meu irmão, da minha irmã e uma minha, escrito “família é para sempre” – nem preciso comentar que chorei, né?! Lindo demais! Ele traduziu tudo pela internet para poder conversar com minha irmã e pedir a foto para ela, já que ela não fala Inglês e ele não fala Português … fico comovida com pequenos gestos de carinho.
“É nas pequenas coisas que está a grandeza da vida”
Autor: Paola – sim, acabei de inventar … rsrrrss



Para fechar com chave de ouro, Chris, meninas e eu fomos jantar num restaurante italiano: unanimemente os 4 decidiram que eu nao ia para cozinha no meu niver. E olha que no caminho de volta do trabalho para a casa eu já havia passado no supermercado e comprador umas coisitas para fazer um jantar especial … mas … resolvi não nadar contra a maré – kkkkkk

Fomo todos para cama cedo, o que também foi uma delícia! Estávamos os 5 muito cansados e temos que juntar forças pois este fim de semana iremos acampar.
Acampar de verdade, não no trailer! Será nossa primeira vez, de todos os 7 e cada um separado, acampando mesmo, com barraca, escuridão e tudo! Ai que delícia, mal consigo esperar!

Mas como já estamos em rítmo retrospectiva, farei uma breve retrospectiva do aassunto… rsrsrss

Sep 2011 – há uma semana no Canada, comemorado em Mississauga na companhia de grandes e queridos amigos. Foi muito bom.
Sep 2012 – Passou quase despercebido, em meio do começo do divórcio.
Sep 2013 – Foi ótimo! Uma correria total com a “volta às aulas” e a compra da casa.

Sep 2014 – o melhor níver desde que cheguei aqui … um dos melhores que já tive.

Bonne Chance! Paola

60.079 esta manhã!

Que bom saber que tantas pessoas estão sendo beneficiadas pela leitura do Blog. Espero que as informações aqui contidas possam ajudar muita gente ;-)


Parabens para gente! 60.079 visitantes!! U-hu!


Bonne Chance! Paola

Thursday, 4 September 2014

Abrace - Associação Brasil-Canada de Apoio ao Emigrante

Vejam mais detalhes aqui: https://www.facebook.com/ABRACEcanada?fref=ts



Bonne Chance! Paola

Retrospectiva de 3 anos de Canadá – Gabriela (cravo e canela)


Para ver a realidade da Gabriela quando chegamos no Canadá (clique aqui).

Agora vejam o que 3 anos fizeram na vida desta princesa:

Gabi mudou um pouco sua personalidade, tornou-se uma menina extremamente dócil e sensível. Agora sabe valer seus direitos comigo de uma forma madura e educada, nem me lembro mais que algum dia batíamos de frente! Se ainda é sapeca, já quase não se percebe, pois sua irmãzinha mais nova, Louise (vulgo Lulu Maria da Silva) rouba a cena com suas travessuras e artes. Continua uma bolinha de energia e consegue ser mais tagarela que a mãe dela! Inacreditável … rsrsrrss

Voltou a ser a líder nata, uma menina rodeada de amigos, admirada por todos os professores. Carismática, Gabriela esbanja charme por onde vai e seu jeito de ser deixa um extraordinário perfume no seu caminhar. Cativa a todos por onde passa! Uma formosura!

A “língua estranha que falam na minha escola” (ingles) já virou sua primeira língua, deixando o Português e o Hebraico no fundo da gaveta – ainda entende mas tem dificuldade em se expressar únicamente nestes idiomas. Começando seu segundo ano escolar no programa de Imersão Francesa, ela entende bem o Francês e está se saindo muito bem na escola. Ótimo boletin – Graças à Deus!!!

Gabriela quase não se lembra mais da vida que tínhamos em Israel. Por vezes pergunta à sua irmã mais velha: “mas como assim caía bombas onde morávamos? Isso não é uma piada?”  
A lembrança da família no Brasil torna-se cada vez mais vaga, mais racional e menos emocional a cada dia. Difícil para eu aceitar, mas levando-se em conta que só esteve lá duas vezes, sendo uma com 5 semanas de vida, e a outra quando completava 2 aninhos …


Dia-a-dia ela se torna cada vez mais Canadense, uma esponjinha que absorve tudo ao seu redor, a nova cultura, novos costumes, hábitos, forma de raciocinar e de se relacionar com os outros.


Assim, para todos os que deixaram recadinhos no post de 3 anos atrás onde eu relatava os desafios que Gabriela estava enfrentando, e estavam apreensivos sobre como seria a adaptação de seus filhos … imagino que vocês já saibam o que eu também já sei: Eles tiram de letra, muito mais rápido que a gente!

Gabriela chegou ao Canadá com 4 anos e 5 meses. Hoje com 7 anos e 5 meses tenho orgulho de dizer que Gabriela é totalmente Cravo e Canela, uma guerreira, uma vencedora, um presente na minha vida!! Esta menina vai longe!!! Não há dúvidas!!!

Eu sei … sou mamãe coruja .,.. e com muito orgulho! kkkk




















Olhem ela ...  "invadindo" uma foto ... kkkk



Esbanjando graça


Bonne Chance! Paola

4 anos depois

4 anos depois de haver escrito este post logo abaixo penso:
"… todo lugar pode ser um bom lugar para se viver. Tudo depende do que motiva e impulsiona cada um. Todos os países têm seu charme, oferecem vantagens e desvantagens para quem neles mora."

Viver no lugar que a gente ESCOLHE não tem preço! É uma sensação de liberdade, de paz e também de aceitação (tenho desafio / problema x ou y por opção minha).

Mudar para o Canadá tem se revelado uma carta de alforria emocional. São ínumeras bençãos e desafios nesta nova vida que estou construindo aqui. Meu coração se enche de gratidão à Deus por poder estar aqui, proporcionar às minhas filhas uma vida mais pacífica e menos complexa no aspecto religião-cultura.
O Canadá nos aceita como somos sem nos fazer sentir vergonha das minhas raízes, e especialmente do meu credo. Isso vale OURO para mim!
E não precisar mais viver ESTA SITUAÇÃO (clique aqui) vale milhões de diamantes!

Bjs!!

9 de Agosto de 2010: Tem dia que da vontade de jogar tudo para o alto ... dar aquele berro bem alto (com bastante eco, de preferencia). E assim que estou hoje. Esta vida de imigrante realmente e uma prova de fogo ... um verdadeiro exercicio de paciencia e sangue frio. Meu Deus! E verdade que entregamos os documentos ha pouco mais de 1 ano, mas eu estou nessa ja ha 15 anos!Eu nao queria vir pra Israel, mas a vontade de Deus me trouxe para a Terra Santa. Fui ficando e ficando mas nunca tive realmente a intencao de morar aqui. Nos primeiros 6 meses eu ainda andava com meu relogio no horario do Brasil e vivia fazendo as contas para ver que horas eram aqui. Em 1997, 2 anos depois da minha chegada, eu tive a minha primeira "crise" e de malas arrumadas, passagem reservada acabei ficando. Pelo menos uma vez ao ano depois disso eu entrava em depre querendo voltar ... hoje eu entendo que simplesmente nao era a hora certa nem o lugar certo. O meu destino seria outro que nao o Brasil, seria o Canada.Ja ha 15 anos e 5 meses eu moro em Israel e a sensacao de estar no lugar errado e uma constante que me acompanha nestes anos. Sao 15 anos de esperanca de que "daqui a pouquinho eu ja estou indo embora", de pensamentos excluentes "eles sao assim, eu nao" ou "este povo nao tem educacao". E assim entre sentimentos de exclusao dupla - eu me diferenciando deles e eles com preconceitos e racismo em relacao a mim, sentimentos de superioridade (eu nao sou assim!; eu sou brasuleira), eu passei este ultimos 15 anos da minha vida me esforcando muito para nao criar raizes sentimentais e materias aqui, me esforcei mutio para nao ser absorvida por completo na mentalidade local.E olha que apesar dos pesares, Israel e um bom pais. Sao inumeras qualidades e vantagens que posso citar. Acho que quando estiver no Canada eu sentirei muita falta do sistema de saude ... que e de EXCELENTE qualidade, TOTALMENTE gratis, rapido, eficiente, entre outros.As vezes me da muita raiva pois eu vivo a minha vida de malas nas maos, na doce e desesperada esperanca de poder logo logo me mandar daqui. E eu acabo frustrada pois alem do fato de ainda estar aqui, eu nao construo nada, nao ha um planejamento de longo prazo. Na verdade, nem de medio nem de curto. So a partir do momento em que decidimos imigrar para o Canada e que comecaram os planejamentos a curto prazo. Mas e uma situacao frustrante ... claro, gracas a Deus, nao me sinto assim todos dias. Geralmente eu vejo a vida cor-de-rosa ... mas hoje, como diz minha mamae, "estou cuspindo marimbondos". Tudo que faco vem repleto de pontos de interrogacao, todas as oportunidades que surgem (muitas delas eu nem as percebo por estar focada no Canada), ter que esperar chegar ao Canada para entao comecar a investir na minha vida profissional pra valer ... Sei que depois que estiver morando no Canada 2-3 anos, ao lembrar desta epoca irei sorrir - senao rir, e ver as coisas em outra perspectiva.Eu sou o porquinho que construiu a casa de tijolos. Nao sei se e personalidade, a educacao que tive ou devido ao fato de eu ser virginiana, mas gosto de fazer as coisas bem feitas, gosto de comprar eletrodomesticos de boa qualidade, que duram. Nao sou a consumidora que compra qq aparelho de DVD, por ex., e ai troca a cada 1-2 anos. Tambem nao gosto de fazer as coisas pelas metades, e e assim que me sinto agora nesta fase do processo de imigracao ... fazendo muitas coisas pelas metades.Bom, ja esta tarde. Este post foi escrito a prestacoes, pois ainda fiz muita coisa durante esta noite.Agora estou mais calminha que quando comecei escrever ... Obrigada a todos pelo ombro amigo e o carinho de sempre.
Fiquem com Deus.


Bonne Chance! Paola


ATENDIMENTO GRATUITO

Repassando informacao valiosa:


ATENDIMENTO GRATUITO. pessoal estarei atendendo na Igreja Maple Leaf no 97 da Annette Street em Toronto. Para marcar mande email para prjosefernandes@hotmail.com, atenderei assuntos de imigracao, familia, aplicacoes do governo, sponsorship, citizenship de 1 as 5 da tarde e de 5 as 7 teremos avaliacao de interesses para carreira em grupo. Aguardo voces.
Suely Anunciacao; Comunidade Brasil-Canada





Bonne Chance! Paola

Wednesday, 3 September 2014

Volta às aulas!

Este ano a volta às aulas foi bem tranquilo. Ano passado estavamos prestes a mudar para a casa em Burlington e para não ficar trocando as meninas de escola, nem deixá-las de molho em casa por uma semana, consequentemente me impossibilitando de trabalhar, as levava todos os dias e buscava, de Milton para Burlington. Eram 55 minutos para levá-las de manha, retornava os mesmo 55 minutos e empacotava a casa. Depois para buscar, a mesma coisa … foi uma semana bem louca, mas com certeza valeu à pena.

Então, como havia ditto, este ano foi mais tranquilo. Mesma escola, mesmo YMCA, mesmos horarios, e sem a correria do ano passado.

Vitória voltou da escola muito feliz, já fez 3 amiguinhas novas. Meu coração transbordou de felicidade pois, das 3, ela é a mais introvertida e que tem menos facilidade em fazer novas amizades – e isso a incomoda. Assim que ontem al vê-la sorrindo … agradeci à Deus.

Gabriela voltou da escola, como todos os dias, alegre. Ela adora ir para escola, adora estudar e sempre reclama de ter férias. Por ela, estudaria o ano todo. Também tem novas amiguinhas.

Louise disse que nao quer ir para o SK, quer ficar no JK e isso foi tudo que ela teve a dizer ontem. E repetiu e repetiu e repetiu … parecia um disco arranahdo. Sente falta da professora do ano passado.

O fim de tarde foi super ótimo, elas estavam felizes, e a mamãe aqui também estava muito feliz (continuo feliz) por ter de volta a rotina e deixar para trás certas correrias que nos acometeram neste fim de verão.

As manhãs estão frescas e gostosas, já começamos a sentir a mudança de temperatura. Eu adoro esta fase do ano, é um recomeço, um novo ano escolar que se inicia, e como sempre, meu coração se enche de esperanças, planos e transborda de gratidão por todas as coisas que ficaram para trás e por todas as lições aprendidas. Durante o dia ainda está quente. Mas pouco a pouco as gente vê o pincel da natureza tingindo as folhas das arvores … a brisa sopra mais fresca às noites, e em breve passaremos mais tempo dentro de casa … uma fase introspectiva começa a cada inverno que chega. 



Enquanto isso nos resta aproveitar o restinho de verão e curtir as atividades ao ar livre enquanto o Outono não esfria demais. Olhe a foto ao lado ... nos estamos aproveitando MUITO este verão!!!








Bonne Chance! Paola

IBI jobs

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Fort McMurray, Alberta

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Maitland, Florida

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Bonne Chance! Paola

Quebrando records!





O blog ficou inativo por um bom tempo. A vida nova no Canadá trouxe muitos desafios e uma sufoco emocional e logístico muito maior do que eu pudera imaginar.
Com o objetivo de dividir informação com os futuros imigrantes, resolvi reativar o blog e deixar aqui nossa experiência, nossas conquistas e nossos apertos. Em “era pr­é-imigratória”, ler os blogs dos que já haviam percorrido este caminho me trazia além de muita informação, também a sensação de que o Canadá não estava a horas de vôo, milhas e milhas distantes … estava num clicar de mouse, estava comigo o tempo todo.
Através do blog tive o privilégio de construir grandes amizades, pessoas que estenderam as maos, abriram os braços e as portas para nos receber. Isto realmente não tem preço!

Pois bem, é com grande alegria que venho aqui para dizer que ontem quebramos os records … 419 page views em 1 unico dia!! Sim, 419 páginas do blog foram acessadas ontem.
Em breve comemoraremos 60.000 páginas acessadas desde que criei o blog ;-)

É muito bom saber que a galera est’a curtindo as matérias. Ter leitores é a grande recompensa de todo escritor. Nossa … tô me achando … kkkk … ja me promovi de “blogueira” para escritora! Kkkkkk

Espero que os posts estejam sendo úteis para muitas pessoas e que as informações aqui divididas, possam ser um trampolin para os futuros imigrantes, que todas as informações lhes permitam saltar mais adiante e ter um começo mais fácil que o meu foi.  Que possam aprender com meus erros e usufruir das dicas.

É isso gente … obrigada por lerem o blog, espero que gostem da leitura e que esteja de alguma forma ajudando vcs na vida nova no Canadá.


Mil beijos e até o próximo post!
Bonne Chance! Paola

Tuesday, 2 September 2014

Retrospectiva de 3 anos de Canada - Vida Profissional

    O cliché de que ao imigrar a pessoa desce muitos degraus na vida profissional não é valido para todos. Testemunhei muitos casos de sucesso onde o imigrante, ao chegar no Canadá, teve sua vida profissional melhorando tanto de supetão quanto gradativamente em um curto período. Há também os que descem muitos degraus nunca voltando ao nível que tinham no país de origem, e os que descem muitos degraus – muitos mesmo – e por um motivo ou outro, ficam neste status-quo insatisfatório e frustrante.

    Não saberia classificar a minha situação, e creio que rotulá-la agora seria um tanto precoce já que são somente 3 anos no Canadá. Não sou marinheiro de primeira viagem, após mais de 19 anos morando/estudando/trabalhando e levando a vida fora do Brasil, sei que um lento começo não significa muito além de lento. Como sempre me disse meu pai: “devagar e sempre”.


    Alguns pontos que considero ao analisar meu processo de imigração e adaptação:

    • Horários: Antes de morar no Canadá meu horário de trabalho era um tanto flexível e a visão do meu chefe era de competência e resultado e não" bater ponto". Eu saía do trabalho às 15:00 e depois de buscar as 3 em 3 escolinhas diferentes estava em casa às 16:00. Tinha bastante tempo para brincar com elas, empurrá-las nos balanços, cozinhar e conversar com as vizinhas. Elas nunca precisavam ficar com uma babysitter ou algo do gênero.
    A vida profissional no Canadá trouxe a lição do desapego - Eita liçãozinha dolorosa! – Pois meus horários de trabalho desde que cheguei aqui não são compatíveis com os horários de escola delas. Então, por necessidade, elas frequentam um programa para complementar o horário da escola, o famoso “before & after school”. Muito a contra-gosto, ze ma iesh, ou seja, não ha remédio.
    • Remuneração: A imigração trouxe – até este momento - uma queda significante no meu salário. Além de trabalhar mais horas, ganho menos. Quando trabalhava na Siemens então … se fosse lever em conta a quantidade de horas que eu trabalhava na íntegra, em comparação ao que eu oficialmente precisava trabalhar, estava vendendo meu know-how a preço de banana.
    • Satisfação: Antes de vir para o Canadá eu tinha um trabalho que realmente me dava muito prazer e satisfação. Além de me dar muito bem com meu chefe (eu era a única na empresa que gostava dele), gostava muito do que fazia e estava sempre aprendendo coisas novas, crescendo. Meu trabalho era altamente valorizado e tinha uma ótima reputação profissional na empresa, muito respeitada pelos meus colegas de trabalho.
    Na Siemens, a sensação era de ser apenas mais um número na folha de pagamento.
    No meu atual emprego, embora me sinta muito respeitada profissionalmente, sinto falta de estar constantemente aprendendo coisas novas. A sensação é de que mais contribuo para a empresa com meus conhecimentos e experiência do que aprendo. A parte boa é que eles estão MUITO satisfeitos comigo e me resta ser criativa e encontrar meus próprios desafios e oportunidades de crescimento na empresa J
    • Tempo na Estrada: em Israel eu trabalhava realtivamente longe de casa, mas como morava no meio do nada e trabalhava no meio de outro nada, nunca passava sufoco com engarrafamento de trânsito e desespero de não chegar a tempo no trabalho ou na escola para buscar as meninas no fim do dia. Na Siemens eu passava 65 minutos atrás do volante para ir e mais 65 minutos para voltar – sem neve – para dirigir míseros 30 km – horário do rush … rsrsrsrsss … era um estresse total e juro que às vezes eu pensava que se eu fosse outro motorista e visse alguem dirigindo da maneira que eu estava dirigindo pensaria que a pessoa estava drograda ou com alguem à beira da morte dentro do carro ao caminho de um hospital. Os minutos eram contadinhos, e o saldo semrpe dava negativo: a corda roía em algum lado quase todo dia. No meu atual emprego estou numa situação privilegiada – Gracas à Deus!! – 20 min de casa. Sem estresse, sem correria, às vezes até vou ao supermercado no meu horário de almoço para agilizar as coisas no fim do dia.  
    • Horas extras: Em Israel raramente fazia hora extra ou levava coisas para fazer em casa. Na Siemens eu trabalhava em casa com muito mais frequência do que gostaria. Colocava as meninas na cama e em lugar de ir arrumar cozinha, eu sentava na frente do notebook e varava a noite. No meu atual emprego, não somente nao preciso fazer horas extras como também de vez em quando meu chefe resolve mandar a gente para casa mais cedo. Motivos não lhe faltam:
    1)      “ultimo fim de semana prolongado do verão, vamos embora 1 hr mais cedo”
    2)      Vai chover muito forte esta noite, logo assim que a FedEx terminar de carregar o caminhão vamos embora para ter certeza de que todo muito vai chegar são e salvo em casa
    … E por aí vai. Realmente, não tenho do que me queixar.
    • Equilíbrio vida profissional x vida familiar: em Israel o equilíbrio era ótimo. Na Siemens era péssimo e agora neste emprego há um certo equilíbrio. O fato de não estar na Estrada por mais de 2 hrs/dia é um grande fator de uma melhor qualidade de vida e podermos usufruir de mais tempo juntas, meninas e eu.
    • Micro-empresária: a boa nova é que aqui no Canadá estou podendo realizar um antigo sonho que é ter meu próprio negócio. Juntamente com o Chris (namorido) abri uma empresa na área de construção civil e nos especializamos em telhado – “roofing”. Escreverei sobre isso em um post separado, por enquanto fica aqui o site da empresa e nossa página no Facebook para os interessados e para os curiosos … rsrsrsrs


    Os sites estão sendo sempre atualizados com novos projetos, informacoes e imagens. Entrem e deixem seu “like” lá pra mim ;-)

    Tem sido uma longa trajetória, e faria tudo de novo. Limparia banheiros se fosse preciso, e abdicaria por complete da minhas ambições profissionais caso fosse necessário. Meu objetivo ao vir para o Canadá foi buscar melhor qualidade de vida para minhas filhas, foi buscar paz acima de tudo. Não vim para cá pensando que aqui ganharia mais ou menos, que aqui teria mais ou menos oportunidades profissionais. Realmente, se estivesse visando somente status sócio-econômico teria ficado em Israel.
    O video abaixo descreve perfeitamente porque a minha vida no Canadá é, sem comparações, mil vezes melhor que a que tinha em Israel.



Para relaxar algumas piadas ... rsrsrs







Bonne Chance! Paola

Livro: No Canadian Experience, Eh?

Read this review also at: brockcareerservices 


It's tough enough for Canadians to get hired with relevant experience in their field, let alone for those who do not. These people end up stretching out their achievement statements in order to prove how their skills qualify them; it can be a difficult process. Now imagine the difficulty for a person who might have little to no experience, or even some excellent and relateable experience, but not in the country which they're applying. This is a common occurrence for International Students and Immigrants, people who come to Canada seeking better education or work, but without Canadian experience they can end up feeling lost.

Brock University is full of International students who choose to stay in Canada following their studies to pursue something in their field here. What some of them are realizing is that their lack of Canadian experience is getting in the way of their career goals and job search. Or is it..? 

In the second edition of "No Canadian Experience, Eh?" Daisy Wright covers literally everything a Canadian newcomer will need to know about how to immerse themselves in the culture of our career search, and even provides some helpful tips about Canadian culture as a whole (the term "eh?" is defined on page xiii, haha).  From attaining the accurate legal documents and creating a resume, to putting the references sheet together, sample thank-you letters and even success stories, this book has it all!


Wright identifies key areas where an immigrant to Canada might have difficulty transitioning, especially when it comes to job search. She provides specific suggestions for how to deal with resume writing, filling in gaps and structuring all experiences, as well as how to market yourself and prepare for the interview.  At the end of each section there is even a quiz to complete, helping the reader guage how well they are understanding the material in order to ensure confidence as they move forward in their Canadian career search!

Another great aspect about this book is something we're very big on at Career Services -goal setting and self assessments! She begins the book by having the reader get to know themselves, and understand how to set achieveable goals for their job search. She reminds the reader that it could be a lengthy process, but knowing yourself and making SMART Goals are imperative first steps to help make the process go smoother, if not faster!

My favourite part of the book is Chapter 9: Navigating the Job Search Maze. This chapter includes various sections on success tips, real life examples of job search mistakes, the hiring manager's perspective in the process, and even suggestions for preparing yourself for a job layoff. As an immigrant to Canada herself, Wright has a good understanding of what information is important to relay to Canadian newcomers in order to facilitate job search success and confidence, with no surprises! 

Here are a few testimonials about how beneficial this book is, if I haven't yet convinced you:

"this book is an outstanding resource tool and thoroughly prepares our newcomers to take a pro-active and fresh look at addressing some fo the employment barriers that they will face" 
Dauna Jones-Simmonds - Manager, Diversity Programs and Initiatives, TD Banks

"a must read for new immigrants. I wish I had this book before coming to Canada"
 T. Small, Legal Assistant

"This book is outstanding. It provides many valuable resources to people who plan to immigrate to Canada, and it allows newcomers to take a fresh look at the challenges they could face in immigrating, but also offers advice on how to overcome those challenges"
D.r Cheng, former University Professor in Taiwan

Bonne Chance! Paola

Entenda o mito da "falta de experiência canadense"

Matéria interessante que saiu no OiToronto. Leiam aqui no Blog  ou confiram no site:

[CANADIAN IMMIGRANT] Entre todos os mitos que os imigrantes encontram ao chegar no Canadá, o mais usado para sinalizar algum tipo de falha por parte dos imigrantes é a tal da falta de experiência canadense.
A realidade é que todos os imigrantes (para qualquer país, não apenas para o Canadá) carecem de experiência em sua nova casa; afinal, eles nunca viveram lá antes! Enquanto a frase falta de experiência canadense pode ser interpretada de forma literal, também é frequentemente um eufemismo usado por alguns empregadores, colegas de trabalho e até mesmo prestadores de serviços para esconder o que eles sabem que não podem ou não devem dizer. Pode até ser uma forma de discriminação, bullying ou assédio.
Neste artigo, vou falar sobre o que exatamente é a falta de experiência canadense, como isso afeta os imigrantes à procura de emprego e o que você pode fazer em relação a isso.

O que é experiência canadense?

A experiência canadense é definida de forma diferente de pessoa para pessoa. Ao contrário do que muitos pensam (ou seja, que ela se refere à experiência de trabalho), todas as opiniões parecem apontar para a seguinte definição: experiência canadense é a capacidade de entender a cultura local de trabalho e se adaptar à ela ao se comportar de acordo com a expectativa do mercado de trabalho canadense (muitas vezes também chamada de habilidades leves, ou soft skills, em inglês).
Ela inclui muitas subcategorias, tais como estar ciente de: tendências da indústria local, quem é quem em seu ramo profissional, os tipos de bens e serviços, o mercado local, a legislação canadense, tecnologias e jargão profissional.
Aqueles que adquirem essas habilidades sociais parecem obter a chamadaexperiência canadense rapidamente, enquanto aqueles que não conseguem passam anos lutando para “se encaixar” no mercado.
Embora muitos recém-chegados optem por empregos que apenas garantem sua sobrevivência com o objetivo de adquirir experiência canadense, a verdade é que estão adquirindo só experiência de trabalho. Trabalhar como um segurança, caixa em uma loja de departamento ou ajudante de cozinha não te dará a experiência canadense da qual você realmente precisa. Esses trabalhos podem ainda aumentar o tempo entre o seu último trabalho profissional e o que você está procurando. E quanto maior essa distância, mais difícil será passar de um trabalho de sobrevivência para um trabalho profissional.

Mas às vezes…

falta de experiência canadense também pode ser usada para rejeitar seu currículo ou também como uma desculpa depois de uma entrevista de emprego, sem maiores esclarecimentos. Nesses casos, é difícil saber se isto representa uma preocupação real sobre suas habilidades para um bom desempenho no trabalho ou se esconde percepções subjetivas sobre você ser a pessoa certa para aquela vaga, o que pode ser uma linha muito fina de pura discriminação. Esta situação é agravada quando seu currículo não segue os padrões canadenses e não mostra seu envolvimento com a cultura local ou interesse em atualizar a sua formação.

O que você pode fazer

  • Aprenda o máximo possível sobre a sua nova cultura e faça de tudo para abraçá-la. Misture-se com pessoas de culturas diferentes, incluindo diferentes grupos de canadenses. Junte-se a clubes e grupos.
  • Saiba mais sobre o que está acontecendo no Canadá. Leia jornais e blogs para explorar as questões que irão impactar sua indústria ou profissão. Quais são as tendências? O que está acontecendo?
  • Planeje entrevistas informativas. Faça isso com duas pessoas em sua área ou até mesmo em uma nova profissão que você gostaria de explorar. As entrevistas informativas podem te dar o ponto de vista de uma pessoa que já está inserida no mercado e você será capaz de comparar a sua própria experiência e como as coisas são feitas no Canadá.
  • Antes de avaliar suas credenciais ou iniciar alguma especialização, colete mais informações. Será que vale a pena? Quem é o órgão regulador ou associação da sua profissão? Como isso é feito? Converse com especialistas em seu ramo, procure as fontes.
  • Escolha a sua formação de forma estratégica. Você pode não precisar de uma nova graduação: na maioria dos casos, alguns cursos estratégicos farão o mesmo papel, pois os empregadores vão reconhecer uma instituição canadense em seu currículo e apreciarão a sua vontade de fazer uma atualização.
  • Considere trabalhar meio-período em nível iniciante em sua área ou um setor similar. Isso permitirá que você pratique em sua área, mostre suas habilidades, elimine o período sem atividades em seu currículo e tenha tempo suficiente para procurar um emprego mais permanente e profissional.
  • Faça contatos. Estabelecer contatos é a abordagem número 1 para encontrar vagas de trabalho no Canadá. Essa estratégia, semelhante ao voluntariado e à escolha de formação, precisa ser estratégica. A fim de fazer contatos de sucesso, você precisa se tornar “conhecido” nos círculos da indústria: assistir à conferências profissionais, eventos e workshops, participar de fóruns, solicitar entrevistas informativas com especialistas do setor, aceitar estágios e assim por diante.
  • Faça trabalho voluntário! O trabalho voluntário é muito valorizado pelos canadenses. 75% deles já trabalharam como voluntários em algum momento de suas vidas. Fazer trabalho voluntário te ajudará a fazer contatos, preenchendo o vazio no seu currículo, aprendendo sobre a cultura e as práticas canadenses e mostrando aos empregadores que você está realmente envolvido com o Canadá.

Bonne Chance! Paola

The grass on the other side

A group of people who had gathered together began to share some of their problems and frustrations. At one point, the facilitator of the group asked them to stop, take a moment to reflect and to write down five problems that they were facing in their lives at this time. He then asked them to fold the papers and place them in a basket that he was passing around.

When all had put their papers into the basket, he mixed them all up and then passed the basket around again instructing the people to remove a paper from the basket and quietly read the paper that they had selected. He then asked if anyone in the room would choose to exchange their own problems for those listed on the paper that they had drawn. No one did. No one wanted to. No one felt that their problems were worse than the ones experienced by the author of the list that they held.



  


A Poem  by Robert Browning Hamilton
I walked a mile with pleasure;   She chattered all the way.   But I was none the wiser,   For all she had to say.
  I walked a mile with sorrow;   Not a word said she.   But oh, the lessons that I learned,   When sorrow walked with me.

HAVE A GREAT WEEK!   

Bonne Chance! Paola